quinta-feira, 3 de março de 2011
Manaus sedia Fórum Mundial de Sustentabilidade
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
MT é referência nacional na atividade de identificação de madeira
Setor de embalagens teve mais importações em 2011

A Abre (Associação Brasileira de Embalagens) divulgou na semana passada que as exportações diretas do setor de embalagem tiveram faturamento de US$ 410.119 mil em 2010, valor que representa um acréscimo de 16,70% em relação a 2009, ano que as exportações chegaram a US$ 351.410 mil.
Como em 2009, a indústria de plásticos obteve forte desempenho (46,65%), seguidas das metálicas (21,65%) e papel, papelão e cartão (19,48%).
Já as importações de embalagens vazias tiveram um acréscimo de 70% com faturamento de US$ 794.057 mil. Estes números indicam que a balança comercial do setor ficou deficitária com US$ 410.119 mil exportados em 2010 contra US$ 794.057 mil de importação.
Fonte: Celulose Online
Poluição pode sufocar avanço da China, diz ministro de meio ambiente

Zhou Shengxian disse também que seu ministério quer incluir avaliações sobre emissões de gases do efeito estufa no processo de aprovação de projetos de desenvolvimento.
Isso daria ao ministério mais influência sobre as questões climáticas, área hoje dominada por órgãos cujo principal interesse é estimular o crescimento industrial.
"Nos milhares de anos de civilização da China, o conflito entre humanidade e natureza nunca foi tão sério quanto hoje", disse Zhou no artigo, publicado no jornal oficial de seu ministério.
"O esgotamento e exaustão dos recursos e a deterioração do meio ambiente se tornaram sérios gargalos restringindo o desenvolvimento econômico e social", escreveu ele.
Neste domingo (27), o primeiro-ministro Wen Jiabao já havia dito que a China precisa buscar um crescimento menos acelerado e mais limpo.
Fonte: G1
Babaçu pode gerar energia para cidades da Amazônia

Um estudo desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) busca provar que é possível substituir o uso do petróleo e do diesel na geração de energia para pequenas cidades amazônicas por meio da fermentação de sobras de madeira e da queima do babaçu, fruto de palmeira de crescimento abundante na região que é pouco utilizado pela população local.
A ideia se baseou nas características das cidades amazônicas, como isolamento, dificuldades logísticas para o transporte de combustível e concentração populacional em comunidades de áreas rurais – e também na necessidade mundial de buscar fontes de energia mais limpas e menos poluentes, segundo explicou o pesquisador Luiz Antônio de Oliveira, doutor em microbiologia e coordenador de Pesquisas em Ciências Agronômicas do Inpa.
“Ao usar restos de madeira e frutos caídos do babaçu, a pesquisa quer mostrar que é possível reaproveitar matérias-primas hoje rejeitadas ou que não apresentam serventia aparente em sua forma natural”, destacou o pesquisador.
Para se chegar ao resultado final esperado, segundo ele, as técnicas e estudos científicos já desenvolvidos pelo instituto em outras áreas de pesquisa serão fundamentais.
Álcool de madeira – O produto final gerado pela fermentação dos restos de madeira é um tipo de álcool com propriedades ainda desconhecidas pelos pesquisadores. “Pegamos espécies diferentes de madeira, colocamos micro-organismos para fazer a fermentação e produzimos álcool”, explicou.
A ideia é utilizar a substância para alimentar usinas termelétricas de pequenas cidades. Segundo Oliveira, os dejetos e a serragem chegam a representar até 70% do volume de madeira cortada em madeireiras da Amazônia.
O emprego do babaçu na produção de energia, conforme sugere a pesquisa, é ainda mais simples: o fruto seria recolhido do chão e jogado em caldeiras de termelétricas para a produção de energia, funcionando como lenha. A pesquisadora e especialista em palmeiras amazônicas, Ires Paula Miranda, está estudando o volume de árvores de babaçu disponíveis na região para medir a viabilidade econômica e ambiental da ideia em cada cidade, especialmente no Amazonas, onde está localizada a sede do Inpa.
Ires Paula Miranda explicou que a árvore do babaçu migrou do Maranhão para o Amazonas nas últimas décadas por pressão do desmatamento. Essa característica torna a espécie ainda mais viável para o uso com biocombustível, segundo a pesquisadora.
“O babaçu tem uma capacidade de germinação enorme, cresce até no asfalto, chegando a ser considerado uma praga por pecuaristas no sul do Pará”, explicou ela, que é doutora em botânica e coordena o do Laboratório de Estudos em Palmeiras (Labpalm) do Inpa.
Potencial – O município amazonense de Barreirinha, distante 330 km de Manaus, é exemplo de potencialidade para o uso de babaçu em substituição ao petróleo e ao diesel na geração de energia. De acordo com estimativas da especialista em palmeiras da Amazônia, a cidade reúne mais de três milhões de árvores da espécie, com produção de 200 kg de fruto por planta. Além disso, a árvore do babaçu dá frutos durante todo o ano e pode ser encontrada em pelo menos 20 dos 64 municípios do Amazonas.
O valor calórico do fruto amazônico também está em fase inicial de testes, de acordo com o pesquisador Luiz Antônio de Oliveira, que espera concluir e publicar a pesquisa no prazo de dois anos. O estudo levantará ainda a viabilidade econômica e logística de modificar a matriz das termelétricas em pequenas cidades da Amazônia com base nos testes realizados com madeira e babaçu para apresentar às indústrias e ao governo.
Para o pesquisador do Inpa, o emprego do conhecimento científico na vida das populações da Amazônia ultrapassa os limites da proteção ambiental. “Essa cadeia fixaria o homem em sua cidade de origem, desafogando os centros urbanos, geraria emprego e renda para a população organizada em cooperativas e ainda baratearia o custo da energia elétrica”, explicou Oliveira.
Fonte: Ambiente Brasil
Emprego analista de operações florestais (silvicultura), Guaíba – RS
Dados da Vaga de Emprego
Analista de Operações Florestais
- Superior em Engenharia Florestal.
- Espanhol: intermediário.
- Necessário ter domínio de Silvicultura.
- Atuar de forma sistêmica na colheita, transporte e fomento.
- Necessário ter CNH B e disponibilidade para realizar viagens pelo RS.
Salário: R$4.500,00
Local da Vaga: Guaíba – RS
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Klabin triplica seus lucros em 2010

Em seu demonstrativo financeiro, a Klabin explica que a recuperação da economia brasileira, somada à valorização do real em relação ao dólar, fez com que ela canalizasse parte do volume destinado à exportação para atender à demanda no mercado doméstico.
Com isso, a receita líquida alcançou R$ 3,7 bilhões em 2010, valor 24% superior ao observado no ano anterior, devido aos aumentos de volume e de preços internacionais.A receita do mercado interno representou 78% da receita líquida total, comparado a 76% do total em 2009.
A produção de papéis de fibras virgens e reciclados atingiu 1,781 milhão de toneladas, aumento de frente a 2009. Já o volume de vendas de papéis e embalagens foi de 1,716 milhão de toneladas, caracterizando um avanço de 11% em relação ao ano anterior.
Por sua vez, o volume de vendas de madeira atingiu 3,113 milhão de toneladas, 65% acima de 2009. A geração operacional de caixa (Ebitda) cresceu 29% no ano, para R$ 962 milhões, contra R$ 747 milhões em 2009.
Em 2010, os investimentos somaram R$ 386 milhões, dos quais 47% foram alocados na Unidade de Negócios Papéis, 34% na Unidade de Negócios Florestal e 18% na Unidade de Negócios Conversão
Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por Celulose Online